Minha história como advogada em São Carlos | Duarte Viana e Polchachi

Minha história como advogada em São Carlos

Oi, tudo bem com você?

Se você está lendo este artigo e não me conhece, meu nome é Livia, sou advogada em São Carlos, desde 2016.

Durante o tempo que advogo, pude perceber como, para muitos, a advocacia se tornou uma profissão de quantidade e não de qualidade.

Ou seja, para muitos, seu problema jurídico e seu processo será só mais um e será conduzido por meio de petições iguais, sem a devida atenção.

Além disso, muitos advogados não buscam se atualizar, o que pode te prejudicar.

Isso porque o direito está constantemente sofrendo mudanças, principalmente as relações de trabalho e com o direito previdenciário.

Por causa disso, em 2020, eu e minha amiga de longa data Tatiane Duarte Viana, tiramos do papel um sonho antigo e criamos nosso escritório.

Nós já estávamos advogando há algum tempo. Ela desde 2014 e eu desde 2016, porque meu concurso na Justiça do Trabalho não permitia que eu advogasse.

Em razão da pandemia e da nossa vontade de criar uma nova forma de advogar, nós criamos um dos primeiros escritórios digitais da região.

Eu e Tatiane

Atendemos presencialmente em São Carlos e região e de modo digital todo o país.

Além disso, possuímos como objetivo proporcionar uma experiência diferenciada aos nossos clientes: nossos clientes não são tratados como apenas mais um.

Sabemos que os problemas jurídicos sensibilizam e causam sofrimento, por isso adotamos formas de otimizar o atendimento e fornecemos atualizações periódicas do andamento dos casos, com atenção individualizada.

Além disso, buscamos nos atualizar frequentemente, por meio de especializações e cursos de atualização, porque queremos prestar sempre a melhor orientação jurídica possível.

Também nos comprometemos com compartilhar informações jurídicas de forma simplificada com a sociedade, para tornar o direito mais acessível, mesmo para que não seja nosso cliente.

Produzimos conteúdo jurídico em vídeo para o Youtube e em formato de artigo para o nosso blog e para diversos sites, como o Jusbrasil, referência em artigos e notícias sobre o direito.

Como tudo começou

Entre os anos de 2006 e 2007 eu tive minha primeira anotação na Carteira de Trabalho, eu fui aprendiz em uma unidade bancária que ficava dentro da Justiça Federal, lá eu tive meu primeiro contato com processos e com o direito.

Algum tempo depois, em 2008, eu conheci minha sócia Tatiane Duarte Viana, ela também estava convicta em seguir carreira no direito e desde então começaram nossos planos de construir nossa profissão em torno do direito.

Eu deixei minha cidade, São Carlos, no interior de São Paulo, para ir estudar direito em Londrina no Paraná, na Universidade Estadual de Londrina-UEL.

Durante minha graduação fiz estágio na Justiça Federal e no Ministério Público do Estado do Paraná, para arcar com as despesas de morar em outra cidade.

Durante o período que eu fazia estágio eu precisava pegar dois ônibus para ir e voltar do trabalho, mas mesmo sendo cansativo, eu sabia da importância do estágio para minha formação e futuro profissional.

Minha história como advogada trabalhista

Desde a graduação, eu me interessei por direito do trabalho, porque percebi desde cedo como as relações de trabalho são a base da sociedade.

No último ano da faculdade, foi possível escolher entre algumas áreas (trabalhista, cível e criminal) para fazer estágio, atendendo pessoas que não tinham condições de pagar por um advogado.

Eu escolhi fazer meu estágio prático em direito do trabalho (isso em 2013) e desde então eu e o direito do trabalho não nos separamos.

Foto do dia de colação de grau

Em 2014, já formada, eu passei em um concurso para trabalhar na Justiça do Trabalho de São Paulo.

Novamente o direito me levou para outra cidade.

Eu fiquei 1 ano e meio em São Paulo trabalhando na Justiça do Trabalho, auxiliando diariamente em audiências trabalhistas.

Em 2016, eu fui aprovada em um concurso em São Carlos que me permitiu retornar para perto da minha família e advogar em causas particulares.

E, assim, desde 2016, eu voltei para São Carlos e tive a oportunidade de continuar trabalhando diariamente com processos trabalhistas.

Essa vivência que a vida me trouxe me fez confirmar minha crença de que o direito do trabalho é base da sociedade.

Atuando tanto para empregados, quanto para empregadores fortaleci minha convicção de que os interesses na relação de trabalho são convergentes.

É com base no trabalho que as pessoas conseguem obter recursos para garantir seu sustento e é com base no trabalho que quem contrata empregados consegue desenvolver seu negócio.

Um depende do outro.

Ao contratar um advogado que possui vivência tanto com as dores dos empregados, quanto dos empregadores, você irá contar com a assistência de uma profissional pronta para analisar de modo profundo seu problema jurídico e preparada para encontrar a melhor solução possível.

Durante esses anos em que advogo tive a oportunidade de atuar em todas as instâncias da Justiça Trabalho, incluindo o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Supremo Tribunal Federal (STF).

eu no stf

Minha história como advogada previdenciária

Quando eu estava na faculdade, em 2011, minha mãe se aposentou.

Na época eu ainda não tinha começado a estudar direito previdenciário. Essa é uma matéria que muitas faculdades de direito não têm e quando têm é de modo corrido ou superficial.

O direito previdenciário é muito relacionado com o direito do trabalho, uma vez que a maior parte dos segurados do INSS são trabalhadores.

Em razão da relação com o direito do trabalho, eu acabei tendo contato também com o direito previdenciário.

Em 2016, eu ajuizei minha primeira ação previdenciária, uma ação de desaposentação, para tentar conseguir uma aposentadoria melhor para minha mãe.

Ela aposentou por tempo de contribuição e houve a incidência do fator previdenciário, um multiplicador que, em regra, reduz a aposentadoria de pessoas.

A decisão de aposentar foi feita por ela, como por tantas outras pessoas por medo da mudança na legislação.

Muitas pessoas conseguiram desaposentar para melhorar a aposentadoria, mas minha mãe não conseguiu.

Justamente em 2016 o STF decidiu pela impossibilidade de desaposentar.

Eu vivi o sofrimento da minha mãe, de ter decidido aposentar com receio das mudanças da lei, sendo que pouco tempo depois, veio uma legislação nova que permitiria que ela tivesse aposentado sem o fator previdenciário e, assim, receber praticamente 30% a mais de aposentadoria.

Em razão desse sofrimento, eu comecei a estudar mais sobre o direito previdenciário, sobre formas de evitar essa dor, por exemplo com base no planejamento de aposentadorias.

Quando minha mãe decidiu aposentar, se ela tivesse feito uma consulta de planejamento de aposentadoria, ela teria descoberto que as regras novas da previdência, não afetam o direito de aposentar de quem já preencheu os requisitos do benefício.

Eu não pude ajudar minha mãe com sua aposentadoria, mas eu posso ajudar outras pessoas e isso é como um combustível para mim.

Por que contratar um advogado com conhecimento de direito do trabalho e previdenciário?

Muitos profissionais desconhecem as repercussões da relação de trabalho na aposentadoria, é aí que contratar um profissional que sabe dessas repercussões é uma vantagem para você.

Alguém com conhecimento das duas matérias poderá te orientar da melhor forma para que nem seus direitos trabalhistas e nem seus direitos previdenciários sejam prejudicados.

Por exemplo, é comum que sejam feitos acordos na justiça do trabalho, sem reconhecimento de vínculo, mas isso pode prejudicar diretamente sua aposentadoria. Durante o tempo que você trabalha, suas decisões refletirão na sua aposentadoria e apenas um profissional com conhecimento profundo nessas duas áreas poderá te auxiliar adequadamente.

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